quarta-feira, 8 de julho de 2020

Adú - Filme espanhol



Impressões sobre o filme Adú



Gosto muito do cinema espanhol. Adú é uma obra espanhola dirigida por Salvador Calvo, que busca retratar a difícil saga de refugiados em busca de uma vida melhor. O início nos mostra policiais, um deles, Mateo, tentando impedir um grupo africano de atravessar a protegida fronteira entre Marrocos e Espanha. Neste conflito um imigrante é espancado por um dos policiais e acaba morrendo. Em uma aldeia já em Carmarões  Adú  e sua irmã, Alika (Zayiddiya Dissou), ao voltarem para casa, acabam presenciando um crime. Deixam para trás uma bicicleta que conduziam – e que é capaz de identificá-los. Os dois vão em busca do pai que está na Espanha.  Tosar, um agente-florestal e ativista que luta pela causa da preservação dos elefantes, atua na aldeia onde vive Adú e sua irmã. Mas o ambientalista  se vê incapaz de enfrentar caçadores de animais mais bem preparados do que ele, um triste paralelo que encontra também na falta de tato em lidar com a única filha.


A trama que envolve Mateo e os demais policiais, é muito rasa e pouco trabalhada. Esse embate, no entanto, se dá de modo mais particular, sem grandes repercussões. Não se sabe como aconteceram as investigações, dizem alguns críticos. Acredito que essa superficialidade foi proposital. Aliás quem  investiga morte de um imigrante? 

Adú sempre perde quem está ao seu lado, devido ao descaso, impunidade, abuso de autoridade, questões sociais. O último que adú perde é Massar. Que por sua vez traz uma vida de sofrimento não apenas pela fome, mas de abuso sexual em seu país e que continua a se submeter para sobreviver. Mesmo doente, provavelmente de AIDS tenta chegar à Espanha através do mar, aliás uma cena fenomenal. Neste momento Mateo tenta se redimir, mas a corrupção policial, separa os dois amigos. Deportando Massar sem o processo legal e levando Adú para um internato. Crianças na idade de Adú nesta idade, desacompanhada dos pais são bem vindas para o tráfico de órgãos. 


Em relação ao agente florestal e sua filha Sandra (Anna Castillo),uma garota amargurada, com diversos problemas, inclusive com drogas. Culpa o pai por tê-la deixado sozinha com a mãe, quando criança, e não tem uma boa relação com ele. Castillo faz um bom trabalho e constrói uma personagem interessante. Pode parecer que esta parte da trama foi tratada descolada do restante. Mas observem a diferença entre o tratamento de uma branca que vai à África em busca do seu pai, para Adú que também está em busca do pai. 
Muitos questionam  o fato de não ser esclarecido os destinos dos meninos envolvidos. Bem vindo ao destino da imensa maioria dos Africanos.


domingo, 5 de abril de 2020

Práticas de alfabetização: Aprendendo a ouvir - Módulo 1



Aula 1.1 – Consciência de palavras

A noção de palavra é construída pela prática. Como as crianças sabem que “Boa tarde” é uma frase composta de duas palavras, e não uma palavra maior: “Boatarde”? O aluno precisa saber identificar as palavras, onde começam e terminam. Para tanto, uma maneira interessante é contar palavras em uma frase.
É preciso que a criança se dê conta de que a frase, percebida como um todo, vai ser dividida em pedaços menores, as palavras, e estas em pedacinhos menores ainda, que são as sílabas e os sons.

Esse conhecimento também necessita de ensino explícito. Didaticamente, pode-se mostrar às crianças que as palavras da frase estão unidas como linhas atadas, nas extremidades, por um nó. Nas primeiras tentativas, é mais difícil desatar as linhas, isto é, segmentar as frases. Por isso é importante o professor guiar as crianças, por meio de estratégias simples como esta.

Prática:
Professsor para a turma:
Agora vamos aprender a contar as palavras das frases. “Bom dia!” é uma frase. “Bom” é uma palavra e “dia” é outra palavra.

Ouçam e observem.“Boa tarde”. Eu vou levantar um dedo para cada palavra
Para cada palavra dita, levante um dedo.
Quantos dedos temos?
Explique para os alunos que para cada dedo temos uma palavra. Assim para saber a quantidade de palavras basta contar a quantidade de dedos.


Aula 1.2 – Consciência de sílabas

A consciência de sílabas é um componente da consciência dos sons da fala. Essa percepção aos poucos dirige-se para as partes que formam as palavras, que se repetem na fala do nosso dia a dia. As palavras internalizadas começam a ser divididas em sílabas.

Para as crianças, o conceito de sílaba pode ser muito abstrato. Por isso podemos dizer-lhes que as palavras são divididas em “pedaços” chamados sílabas. A separação silábica auxilia a criança, posteriormente, a pronunciar palavras desconhecidas.

Bater palmas é uma estratégia eficaz e muito utilizada no cotidiano da sala de aula. Peça aos alunos para bater palma para cada sílaba pronunciada de uma palavra. Exemplo: BO - LA. Juntamente com as crianças bata uma palma para BO e depois outra para LA. Pergunte para os mesmos quantas palmas foram batidas. Explique que desse modo a palavra tem duas sílabas. Repita a mesma atividade com outras palavras, das fáceis às complexas.


Aula 1.3 – Consciência de aliterações


Temos aliterações quando duas ou mais palavras têm sons consonantais parecidos, geralmente no começo.


A aliteração acontece quando duas ou mais palavras têm sons consonantais parecidos, geralmente no começo! Por exemplo: “pato”, “palhaço” e “pipoca” começam com o mesmo som; “bola”, “banana” e “boca” também começam com o mesmo som. O mesmo acontece com “O rato roeu a roupa do rei de Roma.”

Vamos ver se “gato” e “lama” começam com o mesmo som. Com qual som começa “gato”? Com [g] E com qual som começa “lama”? Com [l] Então “gato” e “lama” começam com o mesmo som? Não!

Agora, vejamos se “gato” e “gota” começam com o mesmo som. Com qual som começa “gato”? Com [g] E com qual som começa “gota”? Com [g] Então “gato” e “gota” começam com o mesmo som? Sim! “Gato” e “gota” têm o mesmo som consonantal, então formam aliteração.

Um exercício muito divertido e participativo é pedir palavras aliteradas com o som inicial dos nomes dos alunos. Mas atenção, faça isso apenas se você já tiver exemplificado em aula.


Trava-línguas

Trava-línguas são ótimos recursos para apresentar como funciona a aliteração às crianças. Mas lembre-se, a aliteração é caracterizada pela repetição de sons consonantais. Veja alguns exemplos:
  • A babá bebeu a bebida do bebê.
  • Quem quer caqui?
  • Chove chuva.
  • Maria-mole é molenga.
  • O padre pintou a porta.
  • O sabiá não sabia que o sábio sabia que o sabiá não sabia assobiar.

Aula 1.4 – Consciência de rimas


A consciência de rimas é um dos componentes da consciência fonológica. Consiste na habilidade de reconhecer rimas e, então, produzi-las.

Aí está a importância de seu papel, professor. Você pode explorar oralmente, com seus alunos, versinhos e quadrinhas, em todas as aulas. Podem ser só dez ou quinze minutos. Com essa “coleção” na cabeça, a criança produzirá rimas facilmente e ampliará seu vocabulário.

O intuito dessas estratégias é aprimorar a atenção das crianças para os sons da fala. Por isso, neste momento, não se enfatiza a escrita. Apesar disso, é possível fazê-lo se as rimas tiverem grafias semelhantes. De outro modo, poderá confundir as crianças.


PROFESSOR EXPLICA E DEMONSTRA:

Nós vamos identificar palavras que rimam.
A rima acontece quando duas palavras terminam com sons parecidos! Por exemplo: “gato” e “pato”; ou “pé” e “chulé”; ou ainda “madrinha” e “farinha”.
“João” e “melancia” rimam? Não!
E “João” e “mamão”? Rimam? Sim!
Ouçam. Limão, botão. “Limão” e “botão” rimam. Terminam do mesmo jeito: -ão.

SUGESTÃO DE SUPORTE PARA ERROS E DIFICULDADES ESPERADAS

Verifique se os alunos estão identificando palavras que rimam. • Se cometerem erros, repita as etapas explicando, modelando e fornecendo outras oportunidades de prática. • Se as dificuldades persistirem, apresente um exemplo diferente (bola, mola).


Aula 1.5 – Isolamento de sons


Isolar os sons das palavras. Essa habilidade deve ser ensinada explicitamente. Para ficar mais didática, você pode dividir essa estratégia em duas partes, isto é, ensinar primeiro o isolamento do som inicial — geralmente mais fácil de identificar — e, depois que as crianças tiverem segurança, ensinar o isolamento do som final.


É importante que haja uma progressão: primeiro se toma consciência de que as frases são formadas por palavras, depois de que as palavras são formadas por sílabas, e finalmente, por sons das letras, os quais também chamamos fonemas.

Aproveite para incentivar seus alunos a tomarem consciência também do movimento da boca ao pronunciar as letras. Essa consciência pode ser estimulada com perguntas, como: “O que sua boca faz para produzir esse som? E sua língua?” Você pode também utilizar um espelho para auxiliar as crianças a perceberem o movimento da boca, ou, ainda, fotografá-las pronunciando. Essa prática as auxilia a entender melhor o som.

Por fim, é interessante começar por palavras que possuam o padrão consoante-vogal-consoante-vogal, como mola, pois é mais fácil separar o som inicial. Também é mais fácil pronunciar sons contínuos, como [f], [s] ou [v], pois podem ser sustentados sem serem distorcidos.


PROFESSOR EXPLICA E DEMONSTRA

Nós vamos identificar o primeiro e o último som das palavras.
Ouçam. Sol.
Diga a palavra lentamente, prolongando seu primeiro som.  
Sss...ol. [s] é o primeiro som desta palavra.
Diga a palavra lentamente, prolongando seu último som.
Mol...aaa. [a] é o último som desta palavra. 
Repita com a palavra “copo”

PROFESSOR E ALUNOS PRATICAM JUNTOS
Digam comigo: “foca”. 
 Foca.
Digam comigo o primeiro som da palavra “foca”
 [f].
Muito bem! 
[f] é o primeiro som da palavra foca. 
Digam comigo o último som da palavra “foca”.
[a]
Muito bem! [a] é o último som da palavra “foca”
Repita com a palavra “nave”. Realize a estratégia isolando sons iniciais e finais de diversas palavras. 


Aula 1.6 – Síntese de sons


Nós vamos unir sons para formar uma palavra. Ouçam. [o] [i] Vou unir os sons para dizer a palavra. “Oi”.

Repita com os alunos utilizando a palavra “ovo”.

Outra prática:
Professor: Ouçam e repitam. Toque e conte os dedos levantados. [ch] [u] [v] [a] Muito bem. Quando unimos os sons [ch] [u] [v] [a], a palavra formada é “chuva”


Verifique se os alunos estão unindo todos os sons para formar uma palavra. • Se um erro for cometido, repita as etapas explicando, modelando e fornecendo outras oportunidades de prática. • Se as dificuldades persistirem, apresente uma palavra com dois sons (ex.: “eu”, “pé”, “oi”). 




Aula 1.7 – Segmentação de sons




A segmentação é o oposto da síntese. É, portanto, outra maneira de manipular os sons. Segmentar significa, aqui, dividir as palavras em seus sons individuais. É importante iniciar a prática utilizando palavras que as crianças já conheçam.

Manipular fonemas juntamente com letras também pode contribuir para o sucesso na leitura. Posteriormente, esta estratégia auxiliará no aprendizado da soletração.

É importante pronunciar, com lentidão e clareza, os sons da palavra. Os dedos são recursos visuais que ajudam a identificar a quantidade de fonemas. Mas você também pode ser criativo e encontrar outros modos para contar. Por exemplo, as crianças podem dar pulinhos, levantar os joelhos ou manipular objetos.

Palavras são formadas pela união de diferentes sons. Nós vamos separar as palavras em seus sons. Ouçam e observem. A palavra é “uva”. Agora eu vou falar novamente esta palavra para descobrir por quantos sons ela é formada.

Fale novamente a palavra lentamente e articulando claramente cada um dos sons. Levante um dedo para cada som da palavra.
[u] [v] [a]
Toque e conte, em voz alta, os dedos levantados. [u] [v] [a] Um, dois, três. A palavra “uva” tem três sons


Aula 1.8 – Substituição de sons


Apresentar a ideia de que, ao trocarmos sons de uma palavra, podemos formar uma outra.


Hoje nós vamos aprender que, ao mudar um som, podemos formar uma nova palavra.

[m] [a] [l] [a] Mala!

Toque e conte os dedos levantados em voz alta.

Um, dois, três, quatro

Novamente, pronuncie cada som da palavra mala apontando para os dedos já levantados.

[m] [a] [l] [a]  

Aponte para o primeiro dedo e faça o primeiro som da palavra.

ir o som [m] por [f]. [f] [a] [l] [a]. 
A palavra que se formou é “fala”. Eu tinha a palavra “mala” e formei a palavra “fala” ao trocar o [m] pelo [f]

O vídeo explicita a prática, confira:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=227&v=imqwKtOyW_E&feature=emb_logo









quarta-feira, 3 de maio de 2017

Um pouco sobre autismo...

TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO (TGD)

Os Transtornos Globais do Desenvolvimento são considerados Distúrbios do Desenvolvimento, caracterizados pelos seguintes aspectos:

Prejuízos na interação Social;
Dificuldades de comunicação verbal e não verbal;
Ausência de atividades imaginativas, substituídas por comportamentos repetitivos e estereotipados;

Prejuízos na Interação Social

A in­te­ração so­cial é pre­ju­di­cada, po­dendo ser ca­rac­te­ri­zada por as­pectos qua­li­ta­tivos, tais como:

Dificuldades de comunicação verbal e não verbal

Os pre­juízos na co­mu­ni­cação ca­rac­te­rizam-se por:

Ausência de atividades imaginativas

Em re­lação à au­sência de ati­vi­dades ima­gi­na­tivas, a pessoa com  pode apre­sentar:

Caracterizando o 

Como vimos, a pessoa com  deve apre­sentar as três ca­rac­te­rís­ticas para a com­po­sição do di­ag­nós­tico. No en­tanto, o nível e a in­ten­si­dade de cada uma delas di­ferem de cri­ança para cri­ança. Não existem qua­dros idên­ticos de . Cada ser hu­mano é único, com suas pró­prias ca­rac­te­rís­ticas. Por isso, atu­al­mente, o termo “Trans­torno do Es­pectro Au­tista” está sendo mais uti­li­zado. O termo es­pectro nos re­mete a uma grande va­ri­e­dade de pos­si­bi­li­dades. Ou seja, as ca­rac­te­rís­ticas podem estar pre­sentes de forma branda ou se­vera nos alunos com esse Dis­túrbio do De­sen­vol­vi­mento.
Início do texto destaque.
Im­por­tante
O termo “Trans­tornos Glo­bais do De­sen­vol­vi­mento” (TGD) está sendo gra­du­al­mente subs­ti­tuído pelo termo “Trans­torno do Es­pectro Au­tista” (TEA), in­clu­sive em do­cu­mentos le­gais, como ve­remos ainda neste mó­dulo!
Fim do texto destaque.
O di­ag­nós­tico da pessoa com  é clí­nico, isto é, re­a­li­zado através da ob­ser­vação de uma equipe mul­ti­dis­ci­plinar, com­posta de vá­rios pro­fis­si­o­nais da área da saúde, que ana­lisa de­ta­lha­da­mente as ca­rac­te­rís­ticas da pessoa. Não existe ne­nhum exame ou pro­ce­di­mento na área da saúde que di­ag­nos­tique o . Por isso, em al­guns casos, o di­ag­nós­tico é de­mo­rado e im­pre­ciso.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Festa de Halloween



Halloween Dom Aniger 2015


Halloween Dom Aniger 2015


Na última semana de outubro de 2015 a professora Estela Motta organizou em nossa escola a semana do o Halloween, com intuito de tornar o Halloween  uma festa tradicional para nossa escola. Segundo a professora a ideia surgiu diante do crescente ânimo entre os alunos, quando esta desenvolveu atividades relacionadas ao Halloween em sala de aula. Nesse sentido, a Festa buscou oferecer uma oportunidade para que os alunos conhecessem o folclore americano. A atividade permitiu ainda aos alunos a se organizarem, para a confecção de fantasias e decoração temática de uma sala e de toda a escola. A festa ocorreu no dia 29/10 e  foi um sucesso, percebido na decoração no entusiasmo dos alunos em se fantasiarem e participarem de um desfile onde houve premiação para as fantasias mais criativas.  
























Provas e simulados

Simulado de orientação de estudo (Matemática e língua portuguesa)




segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Consciência Negra




Dia 20 de novembro, dia da consciência negra. Em nossa cidade, Piracicaba – SP inclusive é feriado. Nesse sentido nossa escola, Dom Aniger planejou e promoveu na semana de 16 a 19/11/2015 diversas atividades voltadas para Refletir sobre as influências das culturas africanas na constituição da cultura brasileira e de sua identidade. As atividades elaboradas foram planejadas a partir de um plano de ação criado pelos professores de protagonismo juvenil, a área de humanas, com a ajuda dos demais professores. Entre as atividades, algumas se destacaram como a projeção do filme “xadrez das cores”, dirigido por Marco Schiavon. Além de painéis e do desfile do “dia da consciência negra”, protagonizado por nossos alunos, valorizando a Cultura negra e seus afro-descendentes.





O plano de ação está no link: Plano de açãoPlano de ação

domingo, 23 de agosto de 2015

Projeto semana da educação alimentar

Projeto: Nossa alimentação Objetivo • Incentivar uma alimentação saudável e balanceada; • Utilizar tecnologias para desenvolver e divulgar o projeto. Desenvolvimento Criaremos uma semana da alimentação. Onde os alunos escolherão um alimento saudável e fará um vídeo dando dicas e falando da importância do alimento escolhido para a saúde. Os alunos conhecerão a ferramenta, o youtube, pesquisarão o alimento no google e também aprenderá a fazer e editar um filme. A atividade durará um mês e será desenvolvido em aulas de ciências. Duração 10 aulas

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Os sete pecados dos professores que deixam uma aula chata

Os sete pecados dos professores que deixam uma aula chata Confira os fatores que levam uma aula a causar sonolência entre universitários e os caminhos para que qualquer disciplina se torne empolgante 15/09/2013 21h05 Jônatas Dias Lima Texto publicado na edição impressa de 16 de setembro de 2013 http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/vida-na-universidade/ufpr/os-sete-pecados-dos-professores-que-deixam-uma-aula-chata-9ksnkfoar7dyo78gy19kt758u Opinião dos alunos “Uma aula chata ocorre quando o professor não inova, quando traz apenas slides para dar a aula.”Wellington Kihara, aluno do curso de Psicologia na FAE Centro Universitário. “Acho insuportável quando o professor começa a pular de assunto em assunto. Fala do jogo, do que passou na novela, do que leu no jornal. De tudo! Menos da matéria.”Guilherme Souza, aluno do curso de Letras na UFPR. “Não gosto das aulas em que os professores abrem para debate e pedem para todo mundo falar. Leva uma eternidade e sai um monte de opinião genérica.”Rafaela Nunes, aluno do curso de História na UFPR. "Fica difícil aguentar a aula quando o professor pensa que sempre tem razão e começa a falar e falar, como se todos estivessem concordando com ele, sem nunca pedir a opinião do aluno. Outra coisa ruim é passar um slide atrás do outro só com textos, sem usar imagem nenhuma pra atrair a atenção dos alunos."Priscila Viana(foto), 30 anos, estudante de Arquitetura e Urbanismo do Unicuritiba. A mente divaga, os olhos ficam pesados, e lá se vai o conteúdo. Todo universitário já cochilou em sala de aula, ou pelo menos quase chegou a isso. A culpa pela sonolência, entretanto, nem sempre é do aluno. Algumas práticas dos professores contribuem muito para tornar uma aula desinteressante, e manter-se atento torna-se uma tarefa árdua. Buscando descobrir as ações que levam à chatice em sala, o Vida na Universidade ouviu quem está no tablado e quem está na carteira. Sabe aquele professor que quando fala parece cantar "nana nenê”? Pois deixe esta edição do VU na mesa dele, no mural da sala ou "esquecido" na sala dos professores, se as dicas forem colocadas em prática, a turma toda vai sair ganhando. Fugir do assuntoÉ compreensível o esforço de muitos professores em contextualizar suas disciplinas e praticar um pouco de interdisciplinaridade, mas quando a linha do bom senso é atravessada, os alunos logo notam e são afetados pela angustiante espera pelo retorno ao conteúdo da aula. Docentes que se perdem nos temas dos quais tratam acabam passando a impressão de que não prepararam a aula e estão apenas improvisando. Alunos dedicados não suportam a sensação de serem “enrolados”. Cura Ajuda adotar esquemas para as aulas, sejam escritas num papel, nos slides ou mesmo mentais. Ter clara a sequência de assuntos a serem tratados, e ser fiel a ela, dá segurança à turma e ao professor. Prender-se em discussões com alunos específicos Ninguém gosta de ser ignorado numa conversa, e é assim que muitos estudantes se sentem quando o professor se deixa envolver em intermináveis diálogos com um único aluno ou com pequenos grupos, reduzindo os demais a meros espectadores. CuraProfessores devem procurar ser breves em respostas que não interessam à turma toda, ou dizer ao aluno interessado que a conversa pode continuar ao fim da aula. Ler durante a aula toda Artifícios úteis como o projetor de slides ou textos impressos podem se converter em verdadeiras tentações do comodismo. Quando o professor se apega exclusivamente ao que está escrito, passando aulas inteiras apenas lendo, é inevitável que o aluno se pergunte: “Se eu apenas lesse um livro será que não aprenderia a mesma coisa ou mais?”. É inevitável a onda de bocejos quando o docente ainda deixa de usar slides e de distribuir textos para que os alunos acompanhem, exigindo que eles somente ouçam o que é lido. Cura Nas apresentações, o melhor é limitar-se a citar tópicos escritos nas telas e desenvolvê-los oralmente. No caso de textos impressos, interrupções a cada dois ou três parágrafos com comentários ou contextualizações ajudam a tornar a leitura mais dinâmica. Passar atividades irrelevantes Que universitário não percebe quando uma atividade contribui para sua formação e quando uma tarefa é dada apenas para mantê-lo ocupado? Algumas vezes essa prática chega a ser ofensiva, pois os estudantes sentem-se infantilizados, como se eles precisassem de um passatempo enquanto o professor faz algo mais importante do que dar aquela aula. Cura Uma atividade não deve ser pedida sem que os alunos compreendam (e acreditem) no motivo de estarem fazendo aquilo. Quando fica claro para a turma que determinada tarefa contribui para o aprendizado, todos participam muito mais motivados. Exigir que todos falem num debate Pecado típico do professor bem-intencionado que quer estimular a participação da turma, mas, por exagerar na medida, acaba deixando muito tempo de aula para opiniões. O professor que faz isso consegue aborrecer dois tipos bem diferentes de estudante. Os debatedores natos, que não veem a hora de partirem para uma discussão mais produtiva, e os desinteressados pelo tema, que se sentem oprimidos com a obrigação de falar e podem dar declarações pouco fundamentadas. Cura Em debates, o importante é ter todos convidados a falar, especialmente se alguém tiver uma opinião diferente, mas sem que a turma inteira tenha de dizer algo. A iniciativa de falar tem de ser incentivada, não imposta. Excesso de linguagem técnica Padecem desse mal, principalmente, os professores de áreas cuja literatura é carregada de termos específicos, como Direito e os cursos ligados às Ciências Biológicas. Alunos precisam dominar alguma linguagem técnica para a produção acadêmica, entretanto o uso excessivo dessa linguagem nas aulas os afasta do conteúdo e do aprendizado. Fora isso, a frequência com que o professor fala palavras difíceis pode ganhar aparência de ostentação. Tem como deixar algo mais desinteressante? Cura Clareza é uma qualidade a ser buscada com determinação por todo professor, portanto, na hora de planejar a aula, é preciso tirar um tempo procurando palavras mais simples, mesmo para explicar realidades complexas. Não é preciso abrir mão da linguagem técnica, mas, oralmente, ela pode conviver muito bem com o linguajar do dia a dia. Ignorar a bagunça Fingir que nada demais está acontecendo enquanto alguns alunos não param de conversar faz a turma concluir que nem o professor leva a própria aula muito a sério. Além disso, a turma fica com a expectativa de que o professor vai reclamar a qualquer momento, aí a concentração é que sai perdendo. Cura É esperado que às vezes o professor interrompa a aula para chamar a atenção e isso pode torná-la mais produtiva. Os bons alunos agradecem. Fontes: Inge Suhr, coordenadora pedagógica do Grupo Educacional Uninter, e Janete Joucowski, dos cursos de Marketing e Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Curitiba. Interatividade Qual seu método para não cair no sono durante uma aula nada empolgante?

Disposição dos alunos em sala de aula

Sugestões – A Disposição dos Aluno na Sala: mais Atenção, Concentração, Motivação e Aprendizagem. De acordo com os Estilos de Aprendizagem, (como o aluno aprende) muito discutidos na PNL - Programação Neolinguística - são utilizadas 03 formas de percepção de informações (leia mais clicando > aqui): -Visual: faz uso da visão como meio de obter e reter as informações; -Auditivo: vale-se da audição para absorver informações e; -Cinestésico: aproveita-se dos sentidos relacionados ao movimento para guardar informações. Cada indivíduo, em regra, tem predominância em um destes, e não totalidade. (veja o teste para conhecer o estilo de aprendizagem do seu aluno > aqui). Há várias maneiras, além de um teste de se descobrir como um indivíduo aprende e o que dificulta sua aprendizagem. Em outra postagem serão mostradas alternativas. Organizando os Alunos na Sala de Aula Os professores tem preferências na formação dos alunos na sala: em círculo, semicírculo, em fileiras (pares ou individuais), menores na frente, maiores atrás. Alguns, nos primeiros dias de aula já fazem a formação inicial que vai sendo alterada de acordo com os problemas que vão surgindo (alunos que conversam e fazem bagunça no fundo da sala, alunos que não enxergam de longe e etc.). Outros preferem que, no início, cada aluno senta onde preferiu, ao lado do colega que escolheu e as mudanças, ainda assim vão acontecendo durante o período letivo, em função da aprendizagem e disciplina. Em qualquer forma que seja que o professor prefere ou permite, é muito comum as mudanças acontecerem e muitas vezes até o final do ano, sem que o objetivo tenha sido alcançado. É comum ouvir o professor reclamar de muitos alunos que conversam, não prestam atenção, o rendimento é baixo e não há mais lugar para serem colocados... na frente, próximo ao professor “nem tem mais espaço” e a situação não muda. Conhecendo os estilos de aprendizagem, as mudanças poderão acontecer, mas serão mais reduzidas, caso haja grupos muito grandes de auditivos, visuais ou cinestésicos, mas ainda assim haverá alternativas e os resultados serão melhores. Conhecendo as características dos alunos e seus Estilos de Aprendizagem fica bem mais fácil, como por exemplo, se o aluno auditivo aprende melhor ouvindo e barulhos, bagunças, conversas tiram sua concentração é ele que vai ficar mais próximo do professor e não o visual ou cinestésico, se aula é mais expositiva, se o professor vai falar e escrever mais. Portanto veja as características dos três estilos e faça a sua formação. Caso suas aulas não sejam sempre iguais mude a formação de acordo com suas ações pedagógicas. Alunos Visuais (imagem) Visual = é pela forma da imagem que a pessoa processa e interpreta o mundo. Para uma pessoa ou público visual, as informações obtidas do meio ambiente ou de sua mente estão voltadas para dados sobre tamanho, proporção, cor, beleza, altura, profundidade, largura, detalhes... Uma pessoa visual é muito observadora no conjunto e nos detalhes. Aprendem por associação de imagem e conceitos. 1- Alunos Visuais: • Falam Rápido • Procuram ser Limpas e Organizadas • Frequentemente respondem às perguntas com um simples sim ou não. • Gostam de fazer rabiscos ou caricaturas enquanto participam de uma aula. • Observam os detalhes ambientais. • Executam a leitura com rapidez. • Memorizam através de associações visuais. • Lembram o que viram, melhor do que aquilo que ouviram. • Não se distraem facilmente com o barulho. • Tem problemas para lembrar instruções verbais. • Gostam mais de artes plásticas do que de música. • Às vezes saem de sintonia quando o negócio é prestar atenção durante muito tempo. • Preferem fazer uma demonstração física a fazer um relato. • Comumente sabem o que tem de dizer, porém não conseguem pronunciar as palavras corretas. 2- Alunos Auditivos = é a forma sonora a mais predominante. O auditivo consegue perceber com maior nitidez e facilidade dados vinculados ao som: volume, tonalidade, vocabulário, ruídos, discursos, conversas, discussões. Uma pessoa auditiva presta muita atenção naquilo que está sendo dito. Pessoas Auditivas • Falam consigo mesmo enquanto estão trabalhando. • Gostam mais de piadas contadas do que de mímica e de trejeitos cômicos. • Distraem-se facilmente com o barulho. • Tem problemas com projetos que envolvam visualização como, por exemplo, cortar algo em pedaços para fazer alguma montagem. • Mexem os lábios e pronunciam as palavras enquanto estão lendo. • Gostam de ler as coisas em voz alta e ouvir o que estão dizendo. • Adoram discutir e entram em longas descrições. • Aprendem melhor quando ouvem e lembram com mais eficiência o que foi discutido com mais precisão do que aquilo que foi mostrado. • Podem repetir e inclusive fazer imitação do timbre a da intensidade da voz de quem ouviram falar. • Acham o ato de escrever cansativo, porem são muito bons na oralidade. • Apreciam mais a música do que as artes plásticas. • Podem soletrar ou explicar detalhadamente melhor do que escrevendo as mesmas informações. 3- Alunos Cinestésicos – (movimento, leitura e tato). Definido como o indivíduo que utiliza bastante a expressão corporal, as pessoas geralmente são inquietos, bisbilhoteiros e “destruidores” de brinquedos, pois buscam saber como ocorre o funcionamento desses. Interagem melhor através do contato manual e corporal, costumam ter gosto pela prática de esportes, dança invenção e construção de algo. Pessoas Sinestésicas • Falam bem devagar. • Não conseguem lembrar de localidades e de outros pontos geográficos, a não ser que tenham estado lá recentemente. • Usam palavras de ação. • Respondem prontamente a apelos físicos. • Tocam nas pessoas para poder chamar a sua atenção. • Não conseguem ficar sentadas quietas durante longos períodos. • Fazem muitos gestos. • Sentam-se perto de alguém quando estão falando. • Usam o dedo como um indicador enquanto estão lendo. • Memorizam melhor quando estão andando e vendo. • Aprendem com mais eficiência e eficácia quando estão fazendo ou manipulando algo. • Gostam de estar envolvidos em jogos. • Podem ter uma caligrafia bem feia. Observação: Diante das características predominantes dos estilos de aprendizagem, fica mais fácil determinar aonde cada aluno vai se posicionar. Lembrando que, é preciso levar em conta a predominância do estilo. Se a predominância do aluno visual é não perder a concentração e o interesse, sentando-se atrás, é ima boa dica. Outro fato facilitador é que cinestésico também tem as características visuais, isso quer dizer que se for preciso podem estar junto com os visuais. O ideal é que cada pessoa desenvolva os três estilos, e muitas pessoas possuem grande parte de cada estilo. Isso será importante na sua formação em sala de aula, quando, conhecendo seus alunos, os resultados são os melhores possíveis. Use esse conhecimento para obter melhores rendimentos nos trabalhos em grupo, na escolha dos líderes e na distribuição de atividades dos membros do grupo. Sugestão de Teste: Clique AQUI Em outra postagem LEIA DICAS DE ATIVIDADES para os ESTILOS DE APRENDIZAGEM. Por: Júlia Virginia de Moura – Pedagoga Fonte de pesquisa: Cohn, Marvin (1979). Ajudando o seu aluno adolescente: o que pais podem fazer para melhorar habilidades de leitura e estudo, Dutton, ISBN 978-0-525-93065-5 . Schunk, Dale H. (2008). Teorias de Aprendizagem: uma perspectiva educacional, Prentice Hall, ISBN 0-13-

Alunos bagunceiros

Alunos bagunceiros Por Içami tiba Aluno bagunceiro em sala de aula é o que perturba o andamento da aula, prejudicando a aprendizagem - não só a própria como a dos outros colegas. Não vou listar aqui as bagunças mais comuns ou até mesmo as especiais para não estimular o leitor a ser mais um bagunceiro e nem para alimentar a turma da bagunça. A bagunça é contagiante. A imitação é um forte componente do aprendizado infantil e juvenil, assim como é a necessidade de pertencer a um grupo. Existe um vínculo entre os enturmados que favorece com que um imite o outro. O grupo, ou turma, reforça o comportamento de um bagunceiro por dois motivos: sensações de prazer e de pertencimento. Em geral é a de pertencimento que gera a idéia: o que um faz, todos fazem. Geralmente um aluno faz bagunça quando se sente respaldado pelo seu grupo. Raramente quem se sente isolado, fragilizado ou rejeitado faz bagunça a não ser para ser aceito pela “turma dos bagunceiros”. As bagunças podem ter várias origens: 1. A aula é muito parada, enfadonha e sonífera. A bagunça pode ser até um movimento de vida dos alunos. Raramente os alunos aprendem com este clima. Eles gostam de participação, movimentos, novidades, desafios, não perder tempo etc.; 2. O bagunceiro quer interromper algo que não está gostando. O aluno tem dificuldades em fazer algo que não gosta, que não entende, que não vê o significado do aprendizado; 3. O bagunceiro não tem educação relacional, não sabe se comportar em grupo, só pensa em si mesmo, sem levar em consideração os interesses alheios; 4. O bagunceiro não consegue ficar parado e atento às aulas por ser muito agitado, disperso, desinteressado; 5. O bagunceiro não aceita regras, quer impor o seu modo de ser às pessoas; 6. O bagunceiro sente-se suficientemente forte para enfrentar professores ou qualquer outra autoridade docente; 7. O bagunceiro não tem interesse em que a aula progrida e passa a fazer tudo para atrapalhar o professor; 8. O bagunceiro não quer estudar, vai forçado para a escola, não gosta de nenhum professor e faz questão de agredi-lo, mesmo durante as aulas; 9. O aluno necessita ser notado e valorizado de qualquer maneira, mesmo que seja fazendo bagunças; 10. Todo aluno quer primeiro se enturmar e já na turma quer se sobressair seja no que for, inclusive nas bagunças etc. Uma das melhores maneiras do professor lidar com as bagunças é tomar alguma atitude que seja mais interessante para todos os alunos da sala, inclusive o bagunceiro, desde que elas (bagunças) não causem danos materiais, transgressões às regras internas e externas à sala de aula, contravenções às leis, ferimentos físicos e sofrimentos psicológicos e/ou outros constrangimentos seja a quem for, paralisias, distorções e/ou prejuízos do bom funcionamento seja do que for. Há bagunças que não são possíveis ser resolvidas no âmbito escolar. A estas, é preciso que a escola convoque os pais ou responsáveis pelo bagunceiro para se fazer um trabalho de parceria escola-pais do bagunceiro para que ele não manipule ninguém. O bagunceiro não fala a verdade sobre as suas ações aos seus pais que geralmente nem sabem o que seu filho anda aprontando. Falo sobre esta parceria no meu mais recente livro “Pais e Educadores de Alta Performance”. Enquanto o bagunceiro não arcar com as conseqüências provocadas pelas suas ações, ele não encontra motivos para mudar estes comportamentos. IÇAMI TIBA Içami Tiba é psiquiatra e educador. Escreveu "Pais e Educadores de Alta Performance", "Quem Ama, Educa!" e mais 28 livro.

Pauta Formativa


Secretaria de Estado da Educação
Diretoria de Ensino – Região de Piracicaba

EE Dom Aniger Francisco de Maria Melillo

Professor Coordenador Geral – José Carlos da Fonseca
Site da escola: domaniger.wix.com/dom

 
BRASAOSP
PAUTA FORMATIVA 
Conselho de classe e série – 1˚ Bimestre



“Conselho de classe é uma discussão coletiva onde são apontadas as dificuldades dos alunos, professores e instituição de ensino na busca por melhorias, compartilhando informações sobre a classe e sobre cada aluno para embasar a tomada de decisões para a melhoria do processo ensino-aprendizagem.”  SÃO PAULO. Parecer CEE Nº 67/98, de 18 de Março de 1998.
 
 








Objetivos:

1)    Criar um indicador de resultados e analisar as dificuldades de aprendizagem dos alunos propondo o encaminhamento e sugerindo alterações para o avanço da aprendizagem, privilegiando métodos e estratégias. 
2)    Refletir sobre a concepção de avaliação que pauta a prática docente. Possibilitar a inter-relação entre profissionais e alunos, entre séries e turmas;
3)    Compartilhar informações sobre a classe e sobre cada aluno para embasar a tomada de decisões para a melhoria do processo ensino-aprendizagem. Discutir sobre as metas do bimestre; refletir e adequar instrumentos de avaliação; 

Desenvolvimento:

1.1.        Todos os professores que lecionam nos 9˚ anos (ou 6˚ anos ) preencherão a planilha 1 oferecido pelo professor coordenador, com as notas dos dois bimestres em seguida responderão e analisarão as questões da planilha 2.
2.1.

2.2.        https://www.youtube.com/watch?v=A-TeLtadoZY
2.3.        Separar por área e debater a charge, o vídeo e apresentar métodos de avaliação para o Terceiro bimestre: Definição de métodos para avaliação 3˚ Bimestre; Quantas avaliações formais. É importante padronizar? Quais tipos de avaliações. Avaliação Bimestral. Provão?

3.1. Elaborar um plano de ação para o terceiro bimestre para o 9˚ ano, que conseqüentemente se expande para as demais séries, mas o foco é o aumento do IDESP.

Sua meta em relação à sala para o terceiro bimestre: ex: melhorar em 15% o rendimento dos alunos






Uma Festa Dentro de Mim

Resolvi dar férias para as dores, tristezas e decepções.
Cansei de ficar reclamando, de achar culpados para a minha angústia. Resolvi mandar tudo plantar batatas e decidi: vou fazer uma festa dentro de mim!

Prá começar eu vou para o espelho ensaiar o meu melhor sorriso, vou retirar essas marcas da minha testa, vou jogar fora essa máscara de dor que me acompanha há tantos dias, e preparem-se: eu quero é ser feliz, quero conhecer pessoas como você que é alegre, prá cima, alto astral, prá falar a verdade, eu também era assim, até que uma decepção me jogou para baixo.

Mas, hoje eu não quero falar de tristeza, quero saber é de coisas boas, quero ir ao cinema, sabe há quanto tempo eu não vou ao cinema ?
..E tem mais, eu vou escolher o filme, chega de "gente" ficar escolhendo o que eu quero.
Hum ! Acho que vou passar no cabeleireiro antes, vou pintar os cabelos, cortar umas pontas, vou me agradar, só para o meu prazer.

Engraçado, agora que eu falei nisso, sabe que eu estava em um relacionamento onde eu fazia tudo para agradar a pessoa que estava comigo, fazia isso, não fazia aquilo para não magoar, não usava aquela roupa, usava aquele perfume, tudo para acertar, para manter o "clima", para fazer o gosto da pessoa e resolveu o quê?

Ganhei um pé no traseiro, e perdi a vontade de viver.
Você sabe onde eu errei ? Hoje eu sei ! Eu errei na hora de anular os meus desejos, em transferir a minha vida para as mãos de outra pessoa, e é lógico, quando eu percebi que era o fim, fiquei sem chão, sem mundo, sem vida.

Mas, hoje é dia de festa e só para o meu prazer vou tomar um banho demorado, e vou fazer de conta que a água do chuveiro é água de batismo e vou "renascer para a vida".
Sai da minha frente que eu quero viver !!! Quem quiser que me acompanhe.